Aliviar
Dar trégua ao estômago e ao corpo: sai o que inflama e entra comida morna e macia, fácil de digerir, com os chás e o suco verde da manhã. Estômago em paz é o começo de tudo.
Eu passei quase trinta anos presa num corpo doente, vivendo de azia, queimação e remédio. O que virou a chave não foi mais um comprimido — foi cuidar da digestão. Com comida de verdade, chás e hábitos simples, em 30 dias o seu corpo começa a responder.
Eu vivia presa num corpo que não me obedecia. Um problema de estômago que me acompanhou por três décadas — azia, queimação, refluxo, a sensação de que a comida não descia. Tomava omeprazol, ranitidina, um remédio atrás do outro. Junto vinham as dores nas juntas, a infecção que voltava, a pedra nos rins. Cada vez mais remédio na gaveta e menos saúde no corpo.
A virada não veio de um remédio novo — veio de uma palestra. Procurei um naturopata e comecei a me tratar. Mudei a alimentação, mudei a rotina, aprendi a cuidar do corpo com aquilo que Deus deixou de graça na natureza. E o que trinta anos de remédio não tinham feito, alguns meses de mudança de estilo de vida fizeram: o estômago acalmou, as dores cederam, a disposição voltou.
Foi tão forte que eu não podia guardar só pra mim. Fui estudar naturopatia — e estudo até hoje, todo dia. Já são cerca de dez anos vivendo e aplicando isso. Mas o meu maior diploma não está na parede: é o meu próprio corpo. Eu não falo de cadeira de teoria — eu falo do lugar de quem passou por isso.
“O meu maior diploma não está pendurado na parede. É o meu próprio corpo.” Claudete Pires de Moraes
A raiz de quase tudo que te incomoda todo dia — o inchaço, a queimação, a barriga estufada, as dores, o cansaço — está lá embaixo, na sua digestão. Não adianta apagar a fumaça e deixar a fornalha acesa. A gente vai na raiz, em três frentes e num mapa de 4 semanas, um passo por vez.
Tudo começa pela boca. Tirar o que inflama, comer devagar, mastigar bem e acalmar o estômago com os chás certos — porque é aí que a inflamação nasce ou desaparece.
O que Deus fez nascer da terra desinflama; o que o homem fabricou na máquina inflama. Raízes, folhas, leguminosas e temperos que são remédio — comida simples, que gente simples sempre fez.
Caminhar todo dia, tomar sol da manhã, jantar leve e cedo e dormir cedo. É dormindo e em paz que o corpo se conserta — e o corpo parado não desinflama.
Dar trégua ao estômago e ao corpo: sai o que inflama e entra comida morna e macia, fácil de digerir, com os chás e o suco verde da manhã. Estômago em paz é o começo de tudo.
Com o estômago mais calmo, o prato ganha cor e variedade — folhas, raízes, leguminosas e temperos que são remédio. Cada cor é um nutriente diferente cuidando de você.
Você aprende a montar o seu prato sozinha pela regra de ouro — metade salada e legumes, um quarto de leguminosa, um quarto de raiz ou grão. Autonomia pra se cuidar em qualquer lugar.
O cardápio fica mais solto e você firma o novo jeito de viver. Esses 30 dias não são a linha de chegada — são o seu novo ponto de partida. E você já está de pé.
Tudo do bem, tudo da natureza — mas natural não quer dizer “pode tudo”. Dentro do guia estão os chás, as doses e a segurança de cada coisa. Estas são as receitas-assinatura que saem da minha casa pra sua:
Couve, maçã, limão, gengibre e hortelã batidos e sem coar, em jejum. É o meu “bom-dia” pro corpo há anos — acorda a digestão com suavidade e dá ânimo pra manhã.
Espinheira-santa, camomila e um raminho de hortelã, morno e devagar. É o meu recurso pra azia, queimação e barriga estufada — a espinheira-santa é uma bênção pra quem sofre do estômago.
Inhame cozido e amassado, refogado no alho e no azeite, finalizado com cúrcuma. Macio, quentinho e abraça o estômago — perfeito pro jantar nos dias em que o corpo pede leveza.
Compressa morna de gengibre pras dores nas juntas, e o escalda-pés com sal grosso e alecrim à noite. Recursos simples da minha casa que confortam o corpo e ajudam a dormir.
O caminho natural para acabar com a queimação, desinchar a barriga e voltar a viver com leveza — sem viver na dependência de remédio.
Eu não trato doença, eu cuido de gente. Se você quer saber se o guia é pra você, ou prefere conversar antes de começar, me escreva — eu estou aqui pra te acompanhar, um dia de cada vez.
Pronto pra começar os seus 30 dias?
Quero o guia agora